sábado, 21 de Novembro de 2009

Comemorar o 1º de Dezembro

Que todos os portugueses assinalem como puderem o Dia da Restauração, afirmando a sua vontade de continuar Portugal, livre, soberano e independente. Que o 1º de Dezembro seja o momento de gritar bem alto o sonho de um país justo e fraterno, uma nação unida no seu destino colectivo, um povo de novo à aventura, numa Pátria de novo criança.
Portugueses, celebremos o dia da redenção!

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Borba aumenta produção de azeite em 200%

Os olivicultores da região de Borba, no Alentejo, estão a colher este ano azeitona para azeite em quantidade significativa e de "boa qualidade", prevendo um aumento de produção na ordem dos 200 por cento em relação a 2008.
O presidente da Cooperativa de Olivicultores de Borba, David Guégués, adiantou hoje à agência Lusa que "está a ser um ano extraordinário de azeitona, tanto em quantidade como em qualidade, muito melhor que o ano passado".
A Cooperativa de Borba, uma das principais do Alentejo, prevê este ano, segundo o responsável, uma produção a rondar os 2,1 milhões de quilos de azeitona, o que vai corresponder a cerca de 336 mil litros de azeite.
"Estamos a produzir azeite de boa qualidade", salientou o presidente da cooperativa
Acrescentou que vão receber azeitona até Janeiro de 2010, realçando que em todo o Alentejo é um "ano bom" para o sector.
De acordo com David Guégués, o aumento da produção deste ano está relacionado com o tipo de oliveira que predomina na região, a oliveira galega, que permite "um ano bom e a seguir dois ou três fracos", e considerou que as condições climatológicas também foram favoráveis.
A Cooperativa de Borba produz azeite de qualidade com Denominação de Origem Protegida (DOP), exportando uma pequena quantidade para Inglaterra, Alemanha e França.
"Em Portugal, não temos preços para concorrer com a Espanha, o maior produtor mundial de azeite e que domina o mercado internacional do sector", alegou.
O facto de Portugal produzir azeite de qualidade é apontado, pelo mesmo responsável, como o principal factor que permite a sobrevivência dos produtores portugueses.
David Guégués disse ainda que nesta campanha está a ser exportada para Espanha "muita azeitona do Alentejo".
O responsável vem advertindo, desde há algum tempo, que o sector necessita de uma reestruturação, que passa pela fusão de cooperativas a nível regional, sobretudo no Alto Alentejo.
"É a única hipótese de sobrevivência do sector na região", salientou.
Na região do Alto Alentejo, segundo o dirigente da cooperativa de Borba, "está a registar-se um certo abandono da olivicultura", sobretudo devido "ao envelhecimento dos agricultores", advertindo que "o sector corre o risco de acabar nesta zona".
A Cooperativa de Olivicultores de Borba, fundada em 1951, que produz as marcas "Gaspacho" e "Dom Borba", tem cerca de 1.200 associados e abrange os concelhos de Borba e Vila Viçosa, no distrito de Évora.

Aeroporto de Beja "quase concluído"

A construção do aeroporto de Beja está "quase concluída" e já decorre o processo de certificação da infra-estrutura aeronáutica, mas ainda não se sabe quando começará a operar, disseram hoje à Lusa fontes das empresas ligadas ao projecto.
"As obras estão quase concluídas, só faltam alguns pormenores", disse o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queiroz, sem especificar uma data para o fim das obras, que estão atrasadas.
"Em breve começam as inspecções e, se tudo estiver em condições, será assinado o auto de recepção provisória da obra", precisou o responsável, que, em declarações anteriores à Lusa, tinha apontado o "final de Outubro" para o fim da empreitada.
A construção do aeroporto, que resulta do aproveitamento civil da Base Aérea n.º 11 (BA11), sofreu atrasos e ainda decorre a segunda empreitada que arrancou no início de Setembro de 2008, 10 meses após o inicialmente previsto, devido a um impasse no concurso público.
Orçada em pouco mais de 9,5 milhões de euros, a empreitada, prevista durar seis meses e meio mas que decorre há mais de um ano, inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (de serviços, bombeiros, material de placa, portaria e inactivação de explosivos).
Apesar de as obras já estarem "em fase de conclusão", a aquisição de "alguns equipamentos aeronáuticos necessários à operação civil" da BA11 ainda está "em fase de concurso" e falta a certificação da infra-estrutura aeronáutica, disse hoje à Lusa Rui Oliveira, relações públicas da ANA - Aeroportos de Portugal, empresa que vai gerir e explorar o aeroporto de Beja.

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Alentejo pode estar a caminho da pior seca de sempre

A pior seca de que há memória no Alentejo ocorreu em 2005, mas se a natureza não ajudar, esse cenário pode repetir-se em 2010. O Outono e o Inverno são fundamentais para repor os níveis de água na região, mas em Outubro e Novembro praticamente não choveu no Alentejo.
A quase ausência de chuva já afecta a pecuária, as sementeiras, os pastos e até a produção de azeitona.
A gravidade da situação pode ser ilustrada através do nível médio de precipitação da região. Entre 1971-2000, a média anual foi de 571 milímetros. Até ao fim de Outubro deste ano, o acumulado ronda os 160 mm, o que corresponde a apenas 28 por cento da média entre 1971 e 2000.
Habitualmente, os meses de Outono e Inverno são responsáveis por 60 por cento da precipitação anual no Alentejo. Se 2009 respeitasse a média de 1971-2000, isso corresponderia a cerca de 342 mm de chuva. Acontece que em Setembro de 2009 a pluviosidade chegou apenas aos 32 mm e Outubro foi ainda mais seco - apenas três milímetros, menos que em Agosto.
Luís Peres de Sousa, professor da Escola Superior Agrária de Beja e também ele agricultor, salienta, por isso, que o nível de precipitação deste Outono está muito longe do que seria necessário para esta altura. "Este ano praticamente não choveu. Algumas culturas ainda tiveram sorte, mas os lençóis freáticos encontram-se numa situação muito difícil", diz. O sistema de rega de Alqueva não vai chegar a tempo de fornecer água aos locais onde os níveis são equivalentes aos que seriam habituais no Verão.
Por essa razão, adensa-se o receio de que se esteja a repetir o cenário dramático da seca de 2005. Nesse ano morreram, por falta de água e de alimento, dezenas de milhares de cabeças de gado e a região deixou de produzir o que quer que fosse.
O pior cenário é o dos agricultores do Baixo Alentejo, sobretudo os da margem esquerda do Guadiana. O presidente da Associação de Agricultores de Serpa, Sebastião Rodrigues, alerta para "uma situação gravíssima". A maioria dos agricultores recusa-se a semear, dada a falta de garantias de que terão água. E os que fizeram culturas "estão com o credo na boca". Quem lançou semente para pastagens "já meteu o gado em cima" para não ter que o alimentar à mão, uma situação anómala que se reflecte na criação de borregos.
"Até a produção de azeitona está a ser afectada", prossegue, frisando que os olivais da margem esquerda do Guadiana apresentam um fruto com muito caroço e pouca massa para a produção de azeite. Aquele dirigente associativo espera sensibilizar o Governo para a dimensão do "desastre" que pode vir acontecer no próximo Verão, se "a máquina burocrática do Ministério da Agricultura não antecipar meios para intervir". É que desde 2005 "nada foi feito para evitar a repetição do flagelo" que, há quatro anos, destruiu explorações agrícolas e acelerou ainda mais a desertificação dos campos alentejanos.
O agricultor alemão Dietmar Ochsenreiker dirige uma herdade na estrada que liga Serpa a Mértola, em Vale de Açor de Cima. A continuar assim," o ano agrícola está perdido", afirma. E, mesmo que chova, "os novos pastos só estarão disponíveis para Abril".

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

1º de Dezembro de 2009



O PNR convoca os seus militantes e apoiantes para estarem presentes no acto público a realizar às 16 horas do Dia 1 de Dezembro em frente ao Monumento aos Restauradores em Lisboa.Proceder-se-á à deposição de uma coroa de flores em homenagem aos heróis da Restauração, e com ela, a todos aqueles que lutam e lutaram pela nossa soberania.Faremos deste 1º de Dezembro, na Praça dos Restauradores, um momento de homenagem, mas também de protesto contra a entrada em vigor do “Tratado de Lisboa” que nos subtrai mais ainda, e de forma grave, a soberania, bem como uma ocasião de distribuição de propaganda e de convívio entre Nacionalistas.Todos os Patriotas e Nacionalistas estão convidados a participar!

Treze ilustradores expõem trabalhos no Museu de Évora

Os trabalhos de 13 ilustradores, 11 deles portugueses e dois estrangeiros residentes em Portugal, estão desde hoje patentes ao público em Évora, na exposição ilustração.pt, que já percorreu vários países e que representa a "excelência" nacional na área.
A iniciativa concebida pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) integra originais de 13 ilustradores, entre os quais se inclui Madalena Matoso, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração 2008, que lhe é entregue sexta-feira, em Évora.
João Caetano, Bernardo Carvalho, João Vaz de Carvalho, Alain Corbel, André Letria, Teresa Lima, Gémeo Luís, José Miguel Ribeiro, José Saraiva, Marta Torrão, Cristina Valadas e Danuta Wojciechowska são os restantes 12 ilustradores, cujos trabalhos integram a mostra, patente desde hoje no Museu de Évora.

Petição Reposição do Nome Original da Ponte SALAZAR

Petição Reposição do Nome Original da Ponte SALAZAR

Para este Natal, compre e ofereça livros!

Nós sugerimos que o faça nas editoras certas. Por exemplo:

Antagonista Editora

Antília Editora

Edições Falcata

Edições Réquila

Em defesa da cortiça

O alerta chega através da petição on-line «Vinho com Informação é Opção».
A cortiça e a rolha que dai advém são riqueza nacional; o consumidor tem o direito de saber que tipo de vedante sela o vinho que adquire. Para os promotores da iniciativa está em causa uma escolha consciente e em defesa de um dos poucos produtos, a cortiça, onde Portugal lidera. Um alerta que chega aos engarrafadores, retalhistas, responsáveis políticos e consumidores, através da petição «Vinho com informação é opção», que corre na Internet.
Os promotores da petição em prol da rolha de cortiça justificam a acção com base em factores económicos e ambientais.
A indústria da cortiça emprega no nosso país de forma directa e permanente cerca de 12 mil pessoas. A juntar a estes estão os trabalhadores sazonais aquando do «descortiçar», nome atribuído ao processo de tirar a cortiça aos sobreiros. A nível nacional o sector representa, ainda, 2,3% das exportações. Um dos poucos sectores onde somos lideres mundiais.
Por outro lado, os montados de cortiça são a base do ecossistema da bacia mediterrânica, responsáveis pela preservação de centenas de espécies vegetais e animais. A rolha de cortiça é o vedante com a menor pegada de carbono (CO2) na sua produção e utilização.
Uma mensagem que chega também ao vinho. A cortiça contribui para a melhoria da qualidade do produto. «Permite que o vinho mesmo depois de engarrafado continue a evoluir através de uma micro-oxigenação controlada de forma natural. Mas também do ponto de vista de imagem para o vinho, pois os estudos de opinião apresentam a rolha de cortiça como vedante de eleição dos consumidores».

Exposição Comemorativa do 90º Aniversário do Grupo Pró-Évora

Está aberta ao público a Exposição Comemorativa do 90º Aniversário do Grupo Pro-Évora , intitulada "Da Memória e do Esquecimento", que tem lugar na sede do Grupo, Rua do Salvador nº 1, em Évora.
Esta Exposição é constituída por uma selecção de obras da colecção de pintura, desenho e escultura e é comissariada por João Miguel Fernandes Jorge.
Estará aberta ao público até 20 de Dezembro, das 15 às 19 horas, todos os dias, excepto à segunda-feira.
O Grupo Pro-Évora convida todos os interessados a visitar esta exposição.

Almoço e Convívio Nacionalista em Portalegre

Uma iniciativa nacionalista no Alto Alentejo:
Está marcado um encontro para o próximo dia 8 de Dezembro em Portalegre, onde vai realizar-se um almoço/convívio aberto aos amigos e simpatizantes.
Os interessados podem inscrever-se em:
E-mail colombiapeixoto@hotmail.com
Telemóveis 917459245- 969389258

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

CONFERÊNCIA:"Casamento" homossexual por que NÃO

Dia 16 de Novembro, pelas 18h30
Universidade Católica, Anfiteatro A1

Oradores:
Padre Gonçalo Portocarrero de Almada
Padre Nuno Serras Pereira

Organização:
Capelania da UCP
Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da UCP

Ovelha campaniça: impõe-se preservação de raça em extinção

A preservação da ovelha campaniça, raça autóctone do Sul do distrito de Beja em risco de extinção, pode passar pela criação de rebanhos através de produção biológica ou integrada, defendeu hoje o secretário técnico da raça.
A "extrema resistência" da ovelha campaniça a doenças e às condições adversas da região onde é explorada e o seu papel agro-ambiental, "fundamental" para preservar pastagens extensivas, são "oportunidades" para o futuro da raça, disse Claudino Matos, da Associação de Criadores de Ovinos do Sul (ACOS).
Por isso, a raça "adapta-se" e "pode ser produzida e preservada através de modos de produção integrada ou biológica", que são "promovidos" pela Política Agrícola Comum (PAC) e "incentivados" pelo Programa de Desenvolvimento Rural (Proder), frisou.

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

XI Encontro Convívio dos Amigos do Concelho de Mora

No próximo dia 14 de Novembro, na Aldeia de Brotas, o "Núcleo dos Amigos do Concelho de Mora" promoverá o seu XI Encontro Convívio.
Quanto ao programa:
Pelas 9h30, recepção no largo da Igreja.
Às 10h15, Assembleia Geral do Núcleo.
Pelas 11h, decorrerá uma conferência e projecção de um documentário sobre as actividades actuais e tradicionais desenvolvidas na Freguesia de Brotas.
Ao meio-dia, será feito o lançamento do livro “Poemas do Meu Concelho”, de Luís Lino Teles, poeta popular natural de Brotas.
Depois de um almoço na Casa do Povo, decorrerá uma tarde cultural.
O "Núcleo dos Amigos do Concelho de Mora", que tem a sua sede na Casa do Alentejo, em Lisboa, é uma associação regionalista, sem fins lucrativos, e tem como objecto a defesa e o progresso dos interesses do concelho de Mora e dos seus naturais e o intercâmbio entre residentes e não residentes, no desenvolvimento do associativismo cultural, recreativo, tempos livros e de lazer - promoção e divulgação das culturas regionais; do turismo, do artesanato, do folclore, etnografia, gastronomia e desporto.
O Núcleo tem promovido no decorrer da sua existência diversos encontros culturais, procurando criar uma maior dinamização social entre naturais, familiares e amigo do concelho de Mora, tendo organizado diversas palestras, conferências, colóquios, tertúlias, lançamento de publicações, visitas ao concelho, contribuindo assim para o intercâmbio, social, cultural e turístico, proporcionando aos associados o reencontro com as suas origens e promovendo a valorização e vivificação dos costumes e tradições do concelho.

Dia do Instituto Superior de Teologia de Évora

O Instituto Superior de Teologia de Évora (ISTE) assinala o seu dia a 15 de Novembro, dia do seu patrono, Santo Alberto Magno.
Por aquele dia coincidir com um Domingo, as celebrações são antecipadas para o dia 13 de Novembro, com o seguinte programa:
17h, sessão solene seguida de conferência pelo Doutor Francisco José Senra Coelho, na sala 1 do Instituto;
19h, Eucaristia, na Capela do Seminário;
20h, jantar, no Seminário.
São convidados os corpos sociais, professores, alunos, responsáveis pelas residências e outros colaboradores do ISTE.

Évora: Almoço de Antigos Alunos da Escola da Imaculada Conceição

Um Grupo dos Antigos Alunos da Escola da Imaculada Conceição - mais conhecido pelo Colégio da Maria do Céu – vai organizar um reencontro para relembrar os tempos passados neste colégio.
O Encontro está marcado para o próximo dia 8 de Dezembro, com ponto de encontro na Sé de Évora, pelas 10h45, seguindo-se uma visita ao Museu da Sé, espaço onde funcionou aquele Colégio.
Pelo meio-dia será celebrada missa na igreja do Carmo, seguindo-se um almoço no ÉvoraHotel (15,00€ por pessoa).
Para quem não faz parte do grupo no facebook, e esteja interessado em participar deve enviar, até 15 de Novembro, um e-mail para o seguinte endereço: escolaiconceicao@gmail.com

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

GNR patrulha campos de Moura e Serpa para evitar crimes durante apanha da azeitona

A GNR está a patrulhar campos agrícolas dos concelhos de Moura e de Serpa, no Baixo Alentejo, durante a actual campanha de colheita da azeitona, para prevenir furtos, fiscalizar ilícitos e combater a imigração ilegal.
A operação “Azeitona Segura 2009/10″ vai decorrer até Fevereiro com acções de prevenção, fiscalização e controlo feitas por militares do destacamento territorial de Moura da GNR para “reduzir a criminalidade” durante a apanha da azeitona nos dois concelhos.
O “patrulhamento específico e dedicado”, feito em jipes, a cavalo ou motos, pretende “evitar furtos, fiscalizar ilícitos contra-ordenacionais e combater a imigração ilegal”, explicou hoje à agência Lusa o comandante do destacamento territorial de Moura da GNR, tenente Eduardo Lérias.
As acções vão decorrer em Moura e Serpa porque são dois concelhos onde a apanha da azeitona “ainda é feita, em grande parte, de forma tradicional”, por homens e mulheres nos campos, “ao contrário de outras zonas do distrito de Beja, onde a apanha já é quase toda mecanizada”, precisou o oficial.
Além do patrulhamento da GNR, a operação vai incluir “em situações pontuais” acções de fiscalização com a participação de elementos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), das Finanças e da Segurança Social.
A operação “Azeitona Segura”, desde que começou, na campanha olivícola de 2005/2006, “já permitiu reduzir a actividade criminal” associada à olivicultura no concelho de Moura, salientou Eduardo Lérias.
Na campanha olivícola de 2005/2006 “foram furtadas mais de 10 toneladas de azeitona” e na campanha de 2007/2008 a GNR “não registou nenhum furto”, lembrou.
(LUSA)

Três pousadas do Alentejo (Estremoz, Elvas e Sousel) estão encerradas para obras

Três pousadas do Alentejo – as unidades hoteleiras de Estremoz, Elvas e Sousel-, estão encerradas temporariamente para obras de remodelação e voltam a reabrir a 01 de Abril de 2010, disse ontem fonte do Grupo Pestana.
A directora da área de Comunicação do Grupo Pestana, Patrícia Reimão, adiantou à agência Lusa que as obras nas pousadas de Elvas e Sousel já se iniciaram.
A mesma fonte disse que em relação à unidade hoteleira de Estremoz o processo está “para apreciação” no Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), por estar instalada no castelo da cidade, que é monumento nacional.
A responsável explicou que os funcionários das três pousadas vão neste período, “gozar férias, folgas em atraso e prestar serviço noutras pousadas da região”.
Patrícia Reimão disse ainda que as três pousadas encerraram a 02 de Novembro, e que as obras decorrem até final de Março, aproveitando “a época baixa”.
Na Pousada de Santa Luzia, em Elvas, e na Pousada da Rainha Santa Isabel, em Estremoz, as intervenção abrangem sobretudo as canalizações e os restaurantes, enquanto que na Pousada de São Miguel, em Sousel, vai ser efectuada a impermeabilização de telhados e terraços.
A unidade de Elvas vai também beneficiar de pinturas exteriores e interiores.
A Pousada de Estremoz, instalada no castelo, um hotel histórico de luxo, com 29 quartos, é o resultado da adaptação do Palácio que D. Dinis mandou construir para a sua mulher, a Rainha Santa Isabel.
A unidade de Estremoz está decorada com antiguidades de “grande valor patrimonial”.
A Pousada de Elvas, com 25 quartos, é a mais antiga de Portugal, enquanto a Pousada de Sousel, com 28 quartos, é a primeira unidade hoteleira de turismo cinegético que surgiu em Portugal.
A Pousada de Estremoz tem 27 funcionários, a de Elvas 23, e a de Sousel tem 18.
(LUSA)

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

GNR - Operação “Azeitona Segura 2009/10”



A principal e quase exclusiva actividade agrícola da região do Baixo Alentejo, a olivicultura, merecerá, durante os próximos meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro de uma atenção especial por parte dos militares do Destacamento Territorial de Moura.
A apresentação desta campanha, presidida pelo Governador Civil, decorreu na Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos, pelas 17:30 horas do dia 5, e, além das forças e serviços de Segurança, teve a presença de entidades agrícolas e produtores.
O objectivo é adoptar um dispositivo de patrulhamento específico e dedicado, durante a época da apanha da azeitona, no sentido de precaver furtos, fiscalizar ilícitos contra-ordenacionais e combater a imigração ilegal.
Esta iniciativa, encetada desde 2005, já permitiu reduzir a actividade criminal até aí registada. A saber, em 2005 foram furtadas mais de 10 toneladas de azeitona, número este reduzido em 100%, no ano de 2007/2008, uma vez que não se registou nenhum furto.
O sucesso obtido pela combinação de patrulhamento auto, moto e a cavalo motivou a continuidade deste sistema de policiamento que, este ano, terá a colaboração do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, da Autoridade para as Condições do Trabalho, do Serviço Distrital de Finanças e da Delegação Distrital de Segurança Social.(GNR)

Jornal New York Times descobre o Alto Alentejo

O jornal norte-americano New York Times descobriu o Alto Alentejo, um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo, que nos últimos anos se tornou refúgio de “um sofisticado jetset internacional”, com os seus hotéis de charme, adegas e restaurantes.
Na secção de viagens da edição de fim-de-semana, hoje divulgada na sua página na Internet, o jornal conta a história de Doug Smith, americano cansado da gestão do seu hotel na Califórnia e à procura de novos projectos “num local exótico”, que acabou por descobrir o “Além-Tejo”, e comprar uma quinta do século XVIII em Campo Maior.
Estremoz, e a Pousada Rainha Santa Isabel, “de um luxo anacrónico”, Crato e o Convento da Flor do Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou a Capela dos Ossos de Campo Maior, são entre os monumentos referidos, nesta reportagem, que assinala também alguns “tesouros naturais” da região.
A oferta gastronómica é longamente detalhada, dos queijos de Nisa à grande variedade de vinhos regionais, passando por especialidades como as migas ou as várias formas de cozinhar o bacalhau.
Como na Toscânia ou na Provença, a comida e o vinho estabelecem laços entre as famílias locais e os visitantes, escreve o jornal, que recomenda alguns restaurantes destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da vida”.
As perspectivas de desenvolvimento regional com “a planeada ligação” por TGV entre Madrid e Lisboa, com paragem em Elvas, são igualmente referidas.
Por enquanto, “é um destino sem complicações, em conta e agradável”, conclui o diário nova-iorquino, uma espécie de Toscânia, como era esta região da Itália há uns trinta anos atrás.
(LUSA)